terça-feira, 26 de novembro de 2013

A concreção é um disco de massa compacta de rocha sedimentar formada pela precipitação de cimento mineral dentro dos espaços entre os grãos de sedimentos . Concreções são geralmente ovóide ou de forma esférica , embora formas irregulares também ocorrer . A palavra ' concreção ' é derivado do latim con significado "juntos" e significado CRESCERE ' crescer ' . Concretions formar dentro de camadas de estratos sedimentares que já foram depositados . Eles formam normalmente no início da história do enterro do sedimento , antes que o resto do sedimento é endurecido em rocha . Este cimento concretionary muitas vezes faz com que a concretização mais difícil e mais resistente às intempéries do que o estrato host.
Há uma distinção importante chamar entre concreções e nódulos. Concreções são formados a partir de precipitação mineral em torno de algum tipo de núcleo , enquanto um nódulo é um corpo de substituição.
As descrições que datam do século 18 atestar o fato de que concreções têm sido considerados como curiosidades geológicas. Devido à variedade de formas incomuns , tamanhos e composições , concreções foram interpretadas como ovos de dinossauro , animais e plantas fósseis (chamados pseudofossils ), detritos extraterrestres ou artefatos humanos.

Posted on 10:44 by Escola Caldas Júnior

No comments

Manganês (Mn)é o nome dado a um metal  branco cinzento distribuído em diversos ambientes geológicos, encontrando-se na forma de óxidos, hidróxidos, silicatos e carbonatos. É um elemento dotado de qualidades importantes à utilização na indústria siderúrgica, devido à sua composição físico-químicas, atuando como agente dessulurante (diminuidor da quantidade de enxofre) e desoxidante (propício a corrosão e ferrugem, por possuir maior afinidade com o oxigênio do que com o ferro). São as formas em óxidos que representam a maior parte da utilização industrial e comercial do elemento, como por exemplo a pirolusita (MnO2), a hausmannita (Mn3O4) bem como a manganita (Mn2O3H2O).
É comum classificar o manganês a partir do minério em que este encontra-se agregado. Temos assim:
  • Minério de manganês - composto de mais de 35% de manganês puro;
  • Minério ferruginoso - com uma quantidade de manganês variável entre 10 e 35%;
  • Minério de ferro manganesífero - com uma quantidade de manganês variável entre 5 e 10%;
Consome-se o manganês em consideráveis quantidades na indústria siderúrgica, na produção de ferroligas. Seu peso específico é de 5,95 g/cm³, com um ponto de fusão localizado em aproximadamente 2061 graus Celsius, possuindo um peso atômico de 54,93. Seu número atômico é 25, valendo ao manganês um lugar entre os denominados "metais de transição" na tabela periódica dos elementos químicos.
O elemento possui similaridades com o ferro, sendo duro e bastante frágil, refratário e de fácil  oxidação. Em sua forma metálica, ele pode ser, por meio de um tratamento especial, transformado em ferromagneto (ímâ artificial criado a partir do ferro e elementos bastante similares em propriedades, como o manganês.
Os países industrializados da Europa Ocidental, Estados Unidos e Japão - com exceção da Rússia - possuem dependência extrema de reservas de manganês para suas indústrias siderúrgicas, sendo um mercado bastante vantajoso - como foi na prática - para países da economia periférica como o Brasil.
Em nosso país, a maioria das reservas concentram-se no estado do Mato Grosso, sendo porém, as maiores quantidades do minério extraídas nos estados do Pará (57,86% do total) e Minas Gerais (21,48%). Outras reservas dignas de menção são as dos estados do Amapá, Bahia, Espírito Santo, São Paulo e Goiás. Entre 1987 e 2000, porém, há uma significativa queda na produção, propagando logicamente um queda também na produção de ferroliga exatamente no mesmo período analisado. Antes dessa queda, o primeiro posto na produção nacional pertencia ao Amapá, com a ajuda de seu importante lavra na região da Serra do Navio.
Porém, este mesmo posto, bem como as jazidas de Urucum e Carajás no Pará foram fechadas, provocando um decréscimo na produção e a ocupação do primeiro lugar de produtor pelo estado de Mato Grosso. Mas, o manganês daquela área, de qualidade bastante inferior, torna as reservas de Minas Gerais as principais do país, apesar de sua menor quantidade.

Posted on 10:41 by Escola Caldas Júnior

No comments

Calcários são rochas formadas a partir do mineral calcita, cuja composição química é o carbonato de cálcio. A procedência do carbonato pode variar, desde fósseis de carapaças e esqueletos calcários de organismos vivos, que compõem os calcários fossilíferos, até por precipitação química.
Recifes de corais, conchas de moluscos, algas calcárias, equinodermas, briozoários, foraminíferos e protozoários são os principais responsáveis pelos depósitos provenientes de organismos sintetizantes do carbonato dissolvido em meio aquoso. Esses depósitos são gerados em ambiente marinho raso, de águas quentes, calmas e transparentes. Os organismos morrem e suas conchas e estruturas calcárias vão se depositando no local. 
No caso da precipitação química, o carbonato dissolvido na água se cristaliza e não tem, portanto, nenhum vínculo com carapaças de organismos.
 Quanto à nomenclatura, existem várias possibilidades. No diagrama ao lado, é considerada a classificação composicional de rochas que contenham pelo menos 50% de carbonato em sua composição.
 
Quanto a nomenclatura, na classificação de Folk (1959), o arcabouço fornece o prefixo do nome da rocha: oo (para oóide), bio (para fósseis), pel (para pelotilhas) e intra (para intraclastos). O carbonato intersticial fornece o sufixo do nome da rocha: micrito (para matriz lamítica calcária, com ambiente de deposição calmo) e esparito (cristais de carbonato, maiores que 30 mm, precipitado em calcarenito de alta energia.

A tabela abaixo refere-se ao sistema classificatório de rochas carbonáticas desenvolvida em 1959 por Folk, em  Suguio (1980).
Dunham (1962) em  Suguio (1980), propôs uma classificação onde deu destaque às texturas deposicionais.
Existe também a classificação de Embry e Klovan  (1971) em  Suguio (1980), onde os calcários são divididos em Mudstone, Wackestone, Packstone, Grainstone, Floatstone, Rudstone e Boundstone, respectivamente.
A classificação adotada pela Petrobrás especifica os grãos aloquímicos e variações na constituição mineralógica da rocha.
O calcário deriva do termo latino "calcarius" e significa "o que contém cal". Na superfície terrestre, os afloramentos de calcários de origem orgânica são os mais freqüentes. Esta rocha é muito utilizada como cimento, pedra de construção, cal, calcificação de solos (corretivo de solos) e como fundente na metalurgia, além da produção de barrilha.
     O calcário, sob determinadas condições geológicas, pode constituir um importante reservatório petrolífero.

Posted on 10:39 by Escola Caldas Júnior

No comments